domingo, 29 de outubro de 2023

Fujifilm 100S, quando o tamanho conta

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Fujifilm 100s, Quando o tamanho conta

Fujifilm GF 20-35 mm

A Fujifim GFX 100S foi lançada em 2021, Janeiro, e até agora é a topo de gama das cameras da Fujifilm.

Assume o médio formato, juntamente com a sua “irmã” GFX 50IIs onde as principais características são:

O sensor BSI CMOS de 102 MP 43,8 x 32,9 mm
Com o processador de imagem X-Processor 4.
Grava vídeo a 4K, 30p e na gama F-Log, com saída bruta de 12 bits.
LCD touchscreen inclinável de 3,2" e 2,36 m de ponto
Estabilização de imagem com deslocamento do sensor de 5 eixos que permite disparos a baixa velocidade.
Tem o foco automático de detecção de fase de 425 pontos que permite, dentro do género, ter um auto focus razoável para uma Mdeio formato, não chegando a ser rápida como as SLR digitais topo de gama.
Na sensibilidade do de captação tem ISO 100-12800, o que permite uma amplitude muito grande dos ficheiros e permite disparos sequenciais de 5 fotografias por segundo.
O disparo múltiplo de deslocamento de pixel de permite efectuar em bancada, ficheiros de 400MP com elevada qualidade para efeitos ide impressão ou detalhes elevados.
Como é característico das Fujifilm mais avançadas, pode-se optar fotografar num dos 19 modos de simulação de filme das Fuji.

Por opção, tenho fotografado com a 50S II que considero uma excelente camera com o tamanho de sensor e imagem perfeito para o tipo de fotografia que faço.

Não faço muitas paisagens, e sou mais de fotografia corporativa onde se pretende rapidez e fluxo de trabalho.

Num encontro para profissionais da Fujifilm, acabei por experimentar a versão mais musculada da 50IIs, a 100s, que por sinal está em final de carreira, uma vez que foi anunciada a 100sII que tem características melhoradas em alguns pontos, mas que no essencial, sensor e fotografia final, apenas alguns melhoramentos pontuais.

De qualquer modo experimentei as duas.

Neste caso, utilizei a minha objectiva GF20-35mm F:4 da Fuji. 

Já estava escuro e eu sem tripé, neste caso utilizei o chão para me servir de apoio e fotografei a 1s f:4 e com a sensibilidade ajustada a 250 iso.

Tive de ter o cuidado de desligar a estabilização da camera, porque nestes casos de velocidades demasiado baixas, o estabilizador funciona ao contrário do pretendido.

As duas fotografias, são a mesma imagem só que a segunda é um detalhe.

É impressionante a qualidade do conjunto, em que se consegue um detalhe muito interessante e a grande diferença no médio formato.

A camera é muito ergonómica e na realidade pouco maior do que uma SLR , com uma conversão de 0,79 X relativamente ao padrão SLR. por exemplo a 110 mm a uma 86 mm  ou uma 63mm à 50 mm.

No manuseamento a 100S, é uma Fuji tipica, menu intuitivo com a tecla Q que permite atalhos e personalizar conforme o gosto e melhor utilização da camera.


O display superior, dá as informações tods necessárias e os botões de comando podem ser personalizados com as funções que se pretendem como prioritárias.

Como as outras Fujifilm, a 100S é desenhada e pensada de fotógrafos para fotógrafos, daí a facilidade e o conforto de utilização.

Quanto a mim, a opção de 102 mpx é “too much” para as necessidades amadoras e mesmo profissionais que não trabalhem com ampliações.

Neste caso, a 50IIs é mais equilibrada e não requer tanto hardware nem espaço para guardar ficheiros.

Imagine que a 100s em cada fotografia Raw gasta 200 mb isto é, cinco fotografias usam 1 GB  ou cem fotografias um Terabite de espaço em disco.

A qualidade é impressionante e um prazer ver as imagens geradas pela câmera.

Vamos nos próximos ver a 100s II e qualis as grandes diferenças.


Esta semana, a Jeep Portugal, cedeu-me este JEEP Compass Hibrido. Ainda não estou para os eléctricos a 100%, temo sempre ficar a maio do cam...